Atividades agrotécnicas no pomar em julho
Author(s): ас. Кирил Кръстев, Институт по декоративни и лечебни растения – София
Date: 06.07.2025
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Em julho, o desenvolvimento das culturas agrícolas ocorrerá sob temperaturas acima das normas climáticas. Precipitações abaixo do normal são previstas e o déficit de umidade do solo se aprofundará, exigindo a aplicação de um regime de irrigação apropriado para as culturas agrícolas.
As altas temperaturas máximas previstas para julho, acima de 38-40 oC, irão perturbar o curso normal dos processos fisiológicos nas frutíferas.
Durante a primeira década, esperam-se temperaturas 3-5 graus abaixo da norma climática. As temperaturas no país variarão entre 28-32 °C. A probabilidade de precipitações frequentes em mais áreas do país aumentará, com volumes maiores, trovoadas e condições para queda de granizo. Espera-se mais chuva sobre as regiões montanhosas. A probabilidade de precipitação é menor sobre as regiões orientais. A tendência é de um tempo anormalmente mais frio para o início do mês mais quente do ano.
Durante a segunda década de julho, as temperaturas subirão e ficarão próximas e acima da norma climática. Nos primeiros dias da segunda década, a massa de ar sobre o país permanecerá instável, e a probabilidade de precipitação, trovoadas e até granizo aumentará. As temperaturas subirão e ficarão entre 30-35°C.
Durante a terceira década de julho, em grande parte do país a probabilidade de precipitação será muito menor. A probabilidade de precipitação será maior sobre a Planície Danubiana e o sul da Bulgária. O tempo estará ensolarado e quente. São esperadas temperaturas acima de 35°C. Rumo ao final do mês, a probabilidade de incêndios súbitos também aumentará.
Em viveiros de frutíferas
Os canteiros de sementes são irrigados e cultivados regularmente para garantir a maior percentagem possível de material padrão de porta-enxerto, e as plantações-mãe são irrigadas e, se necessário, amontoadas. Para garantir condições para o bom desenvolvimento das árvores enxertadas, em viveiros de segundo ano é realizada a poda verde, se necessário. A cultivação e irrigação regulares são realizadas, especialmente para pereiras.
Em viveiros de primeiro ano, inicia-se a enxertia dos porta-enxertos, e aqueles que não pegaram são reenxertados. Cerca de duas semanas após a enxertia, as amarrações são inspecionadas. Aquelas que cortaram a casca são afrouxadas.
Em pomares
Continua o trabalho de curvamento dos ramos principais na formação de árvores em palmeta. Através da irrigação, mantém-se a umidade do solo acima de 70% da capacidade de campo.
Utilizando grade de discos, cultivador, rotocultivador e rotocultivador com seção deslocada, mantém-se a superfície do solo nas entrelinhas e na linha cultivada e livre de ervas daninhas, se o espaço entre as plantas não estiver gramado.
Continua a colheita de cerejas e ginjas.

Inicia-se a colheita em massa de damascos e pêssegos
Em plantações de morango
Continua o cuidado com a irrigação de novas plantações de morango estabelecidas, especialmente para aquelas plantadas em junho.
Nas regiões mais baixas e quentes, onde a colheita dos frutos foi concluída, a palha é recolhida, removida e queimada.

A colheita dos frutos continua em locais mais altos e frios. Após a remoção da palha, as plantações são irrigadas e cultivadas, após adubação prévia com 10-12 kg de nitrato de amônio por decare.
As plantações-mãe destinadas à produção de mudas são irrigadas, adubadas com 15-20 kg de nitrato de amônio por decare e capinadas. Os estolhos em plantações das quais não se retira material de plantio são cortados.
Novas áreas para plantações de morango são designadas e preparadas para o plantio em campo aberto no outono. Antes da aração profunda, a área é adubada com 2-4 t de estrume, 60-80 kg de superfosfato e 20-30 kg de sulfato de potássio por decare.
Em plantações de framboesa
Continua o cuidado com a irrigação e cultivo das novas plantações. As plantações em frutificação são irrigadas e cultivadas. A taxa de irrigação é de 50-60 dm3 por decare.

Realiza-se a colheita em massa dos frutos.
Cuidam-se das plantações-mãe de framboesa – irrigação e cultivo, para garantir a máxima quantidade de material de plantio – rebentos. As plantações são inspecionadas, plantas atípicas de outras variedades são removidas, e as varas velhas, que já frutificaram, são cortadas, recolhidas e queimadas.
Em plantações de groselha-preta
Continua o cuidado com os canteiros de estacas. O solo é irrigado e cultivado. Em plantações jovens e em frutificação, não se permite a infestação por ervas daninhas. As plantações são adubadas com fertilizante nitrogenado (1/3 da dose anual).
Realiza-se a colheita em massa dos frutos. Durante a colheita, plantas atípicas de outras variedades são marcadas para posterior arranque, assim como plantas doentes e fracas. Após a colheita, são removidos os brotos quebrados, subdesenvolvidos e excedentes.
Em plantações com outras culturas
Marcam-se as variedades e formas desejadas de figueira para obtenção de estacas.
Obtêm-se estacas de actinídea (kiwi), louro, aronia, espinheiro-marítimo e romã para enraizamento em estufa com nebulização artificial.
As estacas são preparadas. As estacas são tratadas com uma solução de ácido indolbutírico por 5 segundos. Elas são enraizadas em estufas com nebulização artificial em um substrato composto por duas partes de perlita e uma parte de turfa.
Inicia-se a enxertia de porta-enxertos de caqui caucasiano com caqui japonês e de mudas de actinídea com variedades cultivadas. Continua a amarração das videiras de actinídea à espaldeira de arame. Realiza-se a poda de verão da actinídea. A jujuba e o pistache são enxertados.

Colhem-se os frutos da figueira
Espinheiro-marítimo – uma frutífera pouco conhecida mas promissora
Rumo ao final do mês, inicia-se a colheita dos frutos do espinheiro-marítimo e da aronia.
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