Práticas de proteção de plantas em frutíferas em abril – pragas
Author(s): доц. д-р Недялка Палагачева, Аграрен университет в Пловдив; гл.ас. д-р Павлин Василев, Аграрен университет в Пловдив
Date: 03.04.2023
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Pulgões em frutíferas (fam. Aphididae)
Os pulgões são um problema subestimado para as frutíferas em nosso país, mas aparecem todos os anos e, especialmente em anos com chuvas mais frequentes, são considerados pragas de grande importância econômica. Eles causam danos ao sugar a seiva e injetar saliva contendo reguladores de crescimento, o que resulta no enrolamento e deformação, mais fracos ou mais fortes, das partes atacadas. Sob infestação pesada, as folhas danificadas secam e caem, os brotos ficam distorcidos e atrasam em seu desenvolvimento, e os frutos permanecem pequenos e deformados.
Algumas espécies excretam quantidades abundantes de "honeydew" (melada) sobre as quais se desenvolvem fungos de fumagina, perturbando assim os processos fisiológicos. Outras espécies transmitem doenças virais às plantas, o que aumenta ainda mais seu impacto nocivo.
O controle dos pulgões é realizado com base no monitoramento de sua aparição e densidade populacional, bem como a de seus inimigos naturais entomófagos.
Nível de dano econômico (NDE). O controle químico é necessário com 10-15% de brotos infestados antes da floração e 8-10% de brotos infestados após a floração.
Os seguintes produtos fitossanitários estão autorizados: i.a. tebufenpyrad - Shirodo 25 g/da; i.a. flonicamid - Teppeki 14 g/da, Afinto 14 g/da, Hinode 14 g/da; i.a. piretrinas - Abanto 75 ml/da, Chrysant EC 75 ml/da, Natur Breaker 75 ml/da, Pyreguard 75 ml/da para damascos, pêssegos, ameixas e cerejas; i.a. flupyradifurone - Sivanto Prime 90 ml/da para maçãs e peras; i.a. spirotetramat - Movento 100 SC 0,075-0,12% para maçãs e peras e 0,075-0,1% para damascos, pêssegos, ameixas e cerejas; i.a. sulfoxaflor - Closer 120 SC 20-40 ml/da para maçãs, peras, marmelos, pêssegos e cerejas; i.a. azadiractina - Oikos 100-150 ml/da, Neemik ten 260-390 ml/da para macieiras.
Em abril, as espécies de frutas de pomóideas evoluem do estádio fenológico “inchaço do botão floral” – “botão rosado” para o estádio fenológico “floração”.
Espécies de frutas de pomóideas
Macieira

● Traça-da-maçã
As mariposas da primeira geração começam a voar no final da floração da macieira. As fêmeas colocam seus ovos isoladamente, principalmente na parte superior das folhas. O dano é causado pelas larvas, que perfuram os frutos e se alimentam da polpa ao redor da câmara das sementes.
Controle: O tratamento químico é realizado no início da postura dos ovos com inseticidas hormonais (inibidores da síntese de quitina) e contra as larvas antes que elas penetrem nos frutos.
Nível de dano econômico (NDE) - 3-5 adultos/armadilha/semana.
Produtos fitossanitários autorizados: i.a. spinetoram - Delegate 250 WG 30 g/da; i.a. chlorantraniliprole - Coragen 20 SC 16-30 g/da, Voliam 16-30 ml/da; i.a. cipermetrina - Cyperfor 100 EC 30 ml/da, Sherpa 100 EC 30 ml/da, Afikar 100 EC 30 ml/da, Efcymertrin 10 EC 30 ml/da e outros; i.a. benzoato de emamectina - Affirm Opti 200 g/da; i.a. espinosade - Sineis 480 SC 20-30 ml/100 l de água; i.a. Granulovirus – CpGV-V22 3 x 10¹³ grânulos/litro - Madex Twin 10 ml/da;
● Mosca-serra-da-maçã
Na primavera, pouco antes ou durante a floração da macieira, as fêmeas perfuram as taças das flores com seu ovipositor e colocam um único ovo na base dos pedicelos. As falsas lagartas perfuram sob a pele dos frutos jovens em formação e fazem uma galeria arqueada sob a epiderme superior, que muitas vezes se torna suberosa conforme o fruto cresce.
Estratégia de controle:
A batida de ramos é realizada no início da manhã para determinar a densidade das moscas-serra.
O controle químico é direcionado contra os adultos antes da postura dos ovos e contra as falsas lagartas.
NDE adultos 2-3 por 100 ramos batidos.
Não há produtos fitossanitários autorizados disponíveis. Os preparados aprovados para o controle de traças das frutas podem ser utilizados.
● Traça-minadora-da-folha-da-macieira
O voo das mariposas começa em abril e coincide com o início da floração das cultivares de macieira de inverno. As fêmeas colocam seus ovos na parte inferior das folhas. As larvas causam danos ao entrar no tecido parenquimático da folha, sobre o qual se alimentam diretamente sob o ovo colocado, formando uma mina redonda.
Estratégia de controle: O controle químico é realizado no início da eclosão das larvas.
NDE: nos estádios fenológicos “vingamento dos frutos” e “crescimento dos frutos” - 2-3 ovos e minas por folha.
Produtos fitossanitários autorizados: i.a. chlorantraniliprole - Coragen 20 SC 16-30 g/da, Voliam 16-30 ml/da; i.a. benzoato de emamectina - Affirm Opti 200 g/da; i.a. cipermetrina - Cyperfor 100 EC 30 ml/da, Sherpa 100 EC 30 ml/da, Afikar 100 EC 30 ml/da, Efcymertrin 10 EC 30 ml/da e outros.
Pereira
● Psilídeo-da-pereira
O psilídeo-da-pereira torna-se ativo no início da primavera, move-se para as árvores e desenvolve-se nas gemas e brotos jovens. Os psilídeos da primeira geração aparecem no final de abril–início de maio. Adultos e ninfas sugam a seiva das gemas e folhas, excretando abundante honeydew; os brotos ficam pretos e eles transmitem uma doença por micoplasma, em resultado da qual as pereiras secam e morrem.
Estratégia de controle: O controle químico é direcionado contra adultos e ninfas. NDE: no estádio fenológico "inchaço da gema" - cone verde - “orelha de rato” - 2-3 indivíduos/100 gemas; no estádio de gema - ninfas e adultos em 2-3% de rosetas infestadas.
Produtos fitossanitários autorizados: i.a. tebufenpyrad - Shirodo 25 g/da; i.a. spirotetramat - Movento 100 SC 0,12-0,15%; i.a. espinosade – Sineis 480 SC 30-35 ml/100 l de água e outros;
O estádio fenológico de desenvolvimento das espécies de frutas de caroço é “botão branco” - “plena floração” - “vingamento dos frutos”.
Espécies de frutas de caroço
Ameixeira

● Moscas-serra das frutas
As moscas-serra aparecem antes da floração das cultivares de ameixeira mais precoces. As fêmeas colocam seus ovos nas sépalas verdes ou no cálice das flores. As falsas lagartas perfuram os frutinhos jovens e os destroem, e até completar seu desenvolvimento atacam vários frutos jovens e se alimentam de seu interior.
Estratégia de controle: A pulverização pós-floração deve ser realizada (quando 2/3 das pétalas estão murchas, mas não caíram) contra as falsas lagartas, antes que elas penetrem nos frutos jovens.
NDE: estádio de gema–rosetas florais–até o início da floração: adultos 2-3 por 10 ramos batidos.
Não há produtos fitossanitários autorizados disponíveis. Os preparados aprovados para o controle de traças das frutas podem ser utilizados.
● Traça-da-ameixa
As mariposas adultas emergem na primeira quinzena de abril. As fêmeas colocam seus ovos nos frutos à noite, a temperaturas acima de 13-14oC. O dano é causado pelas larvas, que se alimentam da polpa do fruto ao redor do caroço.
Estratégia de controle: O tratamento químico é realizado no início da postura dos ovos com inseticidas hormonais (inibidores da síntese de quitina) e contra as larvas antes que elas penetrem nos frutos.
NDE - 2-3 mariposas/armadilha/semana.
Produtos fitossanitários autorizados: i.a. spinetoram - Delegate 250 WG 30 g/da; i.a. chlorantraniliprole - Coragen 20 SC 16-30 g/da, Voliam 16-30 ml/da; i.a. benzoato de emamectina - Affirm Opti 250 g/da.
Pessegueiro, damasqueiro
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