Sistema de controle de pragas para pepinos, cebolas e repolho em junho
Author(s): Растителна защита
Date: 25.06.2021
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Pepinos
Praga – Míldio do pepino Peronospora cubensis
Danos
Os primeiros sintomas aparecem nas folhas mais baixas. Na face superior das folhas, observam-se manchas amareladas de tamanho variável. Na face inferior, as manchas são cobertas por um mofo esparso de cor violeta-acinzentada.
Controle
As lavouras devem ser inspecionadas regularmente, especialmente aquelas localizadas em áreas baixas e mal ventiladas e aquelas próximas a rios. Ao primeiro sinal de sintomas, tratar com fungicidas sistêmicos em intervalos de 7 dias.
Praga – Oídio do pepino Sphaerotheca fuliginea
Danos
Pequenas manchas redondas cobertas por um crescimento pulverulento branco aparecem nas folhas. Em alguns casos, as manchas podem estar na face superior e, em outros, na face inferior das folhas.
Controle
Após a ocorrência dos sintomas, os tratamentos devem ser realizados em intervalos de 12 dias até que o desenvolvimento da doença seja limitado, utilizando um dos fungicidas registrados.
Praga – Mancha angular (Cancro Bacteriano) Pseudomonas syringae pv. lacrymans
Danos
Manchas angulares e oleosas desenvolvem-se nas folhas, delimitadas pelas nervuras. Em alta umidade, as manchas na face inferior das folhas são cobertas por gotículas turvas e amareladas de exsudato bacteriano.
Controle
Monitorar a ocorrência da doença, especialmente após chuvas fortes acompanhadas de vento ou após granizo. Ao constatar a ocorrência inicial, tratar com produtos de proteção de plantas de contato.
Cebola
Praga – Mosca-minadora do alho-poró Napomyza gymnostoma
Danos
Os danos são causados pelas larvas recém-eclodidas. Elas se alimentam do parênquima sem afetar a epiderme. As minas formadas são quase retas, direcionadas para a base das plantas. No alho-poró, as larvas penetram nas bainhas foliares internas dos caules.
Controle
Em junho, espera-se um voo massivo das moscas da segunda geração da praga. Para prevenir a infestação da lavoura, as mudas devem ser tratadas uma semana antes do transplante e, em condições de campo, de 10 a 12 dias após o transplante.
Praga – Míldio Peronospora destructor
Danos
Na presença de chuvas localizadas e em áreas com mato onde a umidade permanece por um período mais longo, persiste o risco de manifestação da doença.
Controle
Na presença de plantas doentes, devem ser utilizados produtos de proteção de plantas autorizados com ação sistêmica.
Repolho
Praga – Pulgões fam. Aphididae
Danos
Os pulgões sugam a seiva das folhas e das partes apicais das plantas. Estas ficam descoloridas, enrolam e têm seu desenvolvimento atrofiado. Repolhos com folhas jovens severamente danificadas não formam cabeças.
Controle
Antes do transplante do repolho, as plantas daninhas crucíferas devem ser destruídas. O tratamento deve ser realizado no limiar econômico de injúria: 5% de plantas infestadas em repolho de meia-estação;
Praga – Pulgas-do-repolho Phyllotreta sp.
Danos
Sob infestação pesada, as folhas ficam severamente perfuradas, tornam-se brancas e secam. Em clima ensolarado e quente, o dano é significativo.
Controle
O tratamento deve ser realizado durante o período vegetativo no limiar econômico de injúria: 10% de área foliar destruída.
Praga – Traça-do-repolho Mamestra brassicae
Danos
Inicialmente, as lagartas alimentam-se da face inferior das folhas, roendo-as. Posteriormente, perfuram túneis nas cabeças do repolho e os enchem com excrementos. Na couve-flor, elas roem a inflorescência.
Controle
O tratamento químico deve ser realizado nos seguintes limiares econômicos de injúria: -
• 12–15 lagartas por 100 plantas em repolho de meia-estação;
• 5 lagartas por 100 plantas em couve-flor;
Ao tratar culturas de alho e brássicas, um adjuvante deve ser adicionado!
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